ANPUH - Seção SC

FRONTEIRAS

Revista Catarinense de História

ISSN 1415-8701 (edição impressa)
ISSN 2238-9717     (edição on line)

   

 

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Página atualizada em 
09 de agosto de 2017.

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O Conselho Editorial lança a chamada para a publicação de artigos e resenhas no próximo número de Fronteiras: Revista Catarinense de História, agora publicada apenas eletronicamente:

 

 

  - Número 30 - Dossiê Rússia revolucionária: repercussões, inspirações, ressonâncias e atualidade  (relativo ao ano de 2017/2):

Organizadores: Prof. Dr. Adriano Luiz Duarte (UFSC) e Profa. Dra. Janice Gonçalves (UDESC).

Encaminhamento de trabalhos: até 30 de outubro de 2017.

Avaliação pelos/as pareceristas: até 30 de novembro de 2017.

Revisão dos trabalhos pelos/as autores/as, com base nos pareceres: até 15 de dezembro de 2017.

Publicação: até dezembro de 2017.

Regras de publicação: http://www.anpuh-sc.org.br/revfront_normas.htm

Ementa:Ementa: Com a proximidade do centenário das revoluções russas de fevereiro e de outubro de 1917, desenham-se iniciativas acadêmicas e políticas de reflexão e debate sobre o lugar histórico desses processos revolucionários. Mais do que simplesmente realizar o registro de uma efeméride, o dossiê Rússia revolucionária: repercussões, inspirações, ressonâncias e atualidade pretendeestimular pesquisadores do campo da História e de áreas afins não só a se debruçar sobre a história e as memórias dos projetos revolucionários que se espraiaram pela Rússia de 1917, e a partir dela, como debater o papel cumprido pela derrubada do regime czarista e pela tomada do poder pelos bolcheviques no imaginário e nas lutas dos movimentos sociais de vários países, ao longo desses cem anos. Sonhos e ações, vitórias e fracassos, projetos e reavaliações ganharam visibilidade em manifestos, cartazes de propaganda, jornais, peças teatrais, romances, canções, obras pictóricas, filmes e monumentos, que também poderão ser objeto dos artigos do dossiê. Fica ainda o convite para interrogar, em especial, os sentidos daquele momento histórico em um presente fortemente atravessado por intolerâncias, exclusões, discriminações e ódios de classe, de gênero, étnicos e religiosos - o dossiê também se ocupa do sentido que a revolução ainda possa ter nesse início de século XXI, ou seja, qual o significado que revolução russa tem hoje para a configuração do pensamento de esquerda (e de direita)? Dada a sua derrocada em 1989, ela ainda tem algum papel como motor das utopias de transformação social? Ou, como parte da esquerda sugere: seria necessário esquecê-la e superá-la como única forma de possível reconstrução da utopia de uma sociedade justa e igualitária?